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Notícia Regional pela TV Verdes Mares: Projeto ‘Viva a Vida da Casa Povo’ atende jovens e adultos em Canindé

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Entrevista com o Projeto Viva a Vida da Casa do Povo, da Paróquia de São Francisco das Chagas de Canindé

O Santuário e Paróquia de São Francisco das Chagas, em Canindé, a 120 Km de Fortaleza, mantém há 13 anos o projeto social “Viva a Vida da Casa Povo”. O projeto atende mais de 100 pessoas, entre jovens, adolescentes e adultos, e tem o objetivo de oferecer serviços sociais.

“Projeto desenvolvido pelo Santuário e Paróquia de São Francisco das Chagas existe há 13 anos e ajuda mais de 100 pessoas da cidade. Jovens e adultos são beneficiados com as oficinas do projeto”.

No projeto, elas são beneficiadas com atividades musicais com teclado, violão, flauta doce, bateria e teoria musical. Na área do esporte, futsal, vôlei e ping-pong, além de aulas de informática, educação religiosa, oficina de artesanato, palestras com temas diversificados, programa de prevenção às drogas oferecido pelo o ronda do quarteirão ereforço escolar. E para os adultos, aulas de corte e costura.

O projeto é mantido pelo Santuário e conta também com doações de pessoas que visitam a cidade que trazem alimentos e roupas. “O santuário através das pastorais sociais ele tem um fundo de reserva que garante a sustentabilidade dessas atividades que são desenvolvidas por essas mesmas pastorais incluindo o projeto que é desenvolvido com essas crianças”, explica o coordenador do projeto Fábio Uchoa.

Quanto mais gente doa mais pessoas são beneficiadas com o dinheiro ofertado. O exemplo é o estudante de 10 anos Leonardo Gomes que recebe duas vezes por semana aulas de flauta e bateria. “Não sabia tocar nada, mas agora sei tocar músicas como “Vem de Canind”, “Luar do Sertão”, “Asa Branca”, “Doce Sentir” e outras. São canções que eu aprendi a tocar aqui no projeto”, disse.

Sobre a felicidade de ensinar os garotos, o monitor Sinésio Rodrigues conta sobre a satisfação de trabalhar com os garotos. “Eles ficam mais alegres. Se esforçam mais. Eu particularmente me sinto muito realizado em poder ajudá-los. Eles aprendem comigo e eu com eles”, disse.

Veja aqui notícia na íntegra, com o vídeo da notícia no “Nosso Ceará Cara da Gente”, na TV Verdes Mares

Acompanhe algumas imagens da Casa do Povo, no dia da entrevista:

Saiba mais…

Apoio solidário para o Projeto Viva a Vida

O Projeto “Viva a Vida da Casa Povo” também conta com o apoio solidário de pessoas que se preocupam com o próximo. É o caso do soldado da Polícia Militar, Barreto, que há nove anos ensina para os jovens o risco de se envolver com as drogas.

“Muitos em casa escutam coisas diferentes. O pai diz que bebe para passar o frio. A mãe fuma para passar o estress. E quando eles vem e participam do curso, eles aprendem as consequências de cada droga. E vão saber que a bebida alcoolica não serve para passar o frio, mas simo cobertor. E para passar o estress tem que fazer outra coisa. E não fumar”, afirmou.

As aulas dão resultado. O estudante Paulo Renato tinha uma visão diferente das drogas. “Antes eu ouvia das pessoas de que as drogas eram coisas boas. Depois que eu cheguei aqui percebi que elas não são boas”, explica.

E para quem pensa que os adultos ficam de fora do projeto. Se enganam. Em outro local, as mães aprendem tudo sobre corte e custura. A costureira Maria Pereria aproveita o espaço para se reciclar. “Eu só tenho duas máquinas de costura em casa. E aí quando surgiu esse projeto, que nos proporciona esses cursos, eu decidi fazer o curso para aprender a costurar em outras máquinas mais modernas. Aquelas que eu não tenho em casa e não sabia mexer. Eu já trabalho com bordados, tecidos para bebê e kit de cozinha”, disse.

Artesão genial

Outro que ajuda o projeto é artesão Luciano Nascimento Pereira, 50, que há mais de 10 anos foi contratado pela Paróquia de São Francisco das Chagas para fazer peças de artesanato em madeira, onde o dinheiro arrecadado com o material confeccionado é aplicado de volta no projeto.

“Uma das peças mais difíceis de convencionar é a réplica da Basílica de São Francisco, que é uma encomendada para o autor do Troféu Francisco Xavier de Medeiros’’, disse o artesão. Também são confeccionadas raquetes por encomendas para colégios e lojas de produtos esportivos, além disso, o artesão trabalha com outras encomendas, como restauração de móveis e artesanatos em geral e também ensina aos adolescentes acima de 13 anos a arte desta profissão.

Fonte: Portal G1 – Nosso Ceará Cara da Gente – Programa CE Notícias. Fotos colaboração: Antonio C. Alves

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